Premiere jour

Hoje foi o primeiro dia que fiz algo de produtivo no ano. Também, pudera, o ano mal começou. A manhã foi boa, agora a tarde, para variar nada  e mais nada.

O fato é que estou vazia de inspiração para escrever. Passei três semanas de férias pensando no que escrever quando voltasse. Agora, estou aqui, pensando ainda mais. Acredito que meus neurônios se mataram de tédio em meio as confusões da minha família. O pior é que por mais que eu pense, não acho nada interessante.

Pior ainda, é terminar fazendo um post como este, em que não falo nada que presta e que ninguém tem interesse. Vergonhoso.

Se bem, que mais vergonhoso ainda, é a que isso é resultado da preguiça de pensar em alguma coisa e estruturar como um texto que preste.

A verdade é que gostaria de falar coisas profundas e com um bom texto, como hoje não vai sair isso mesmo, o jeito é pesquisar vídeos e músicas na internet. Até já sei com o que começar.

xoxo

Mais tarde eu volto!

Passado X Futuro

Hoje eu li a revista Época da semana passada, com a matéria de capa do rabino Sobel. Fiquei pasma mais uma vez pelo nosso comportamento. A reportagem não trata do que me pasmou, mas ainda sim, me surpreende.

Erros, todos nós cometemos. Julgar, todos nós julgamos, é hipocrisia pensar o contrário.

O que me pasma, surpreende e me enraivece é o comportamento que temos com aqueles que erram. Sim, eu sou da opinião que pessoas públicas têm que dar o exemplo. Sim, eu sei quão difícil é ser sempre exemplo, mas se está em tal posição, pelo menos aja de acordo.

Agora, outra coisa é condenar aqueles que cometem um erro e esquecer o que já fizeram na vida.

Na situação do rabino Henry Sobel, esse é exatamente o comportamento que presenciei quando surgiu a notícia que ele roubou  gravatas nos Estados Unidos.

Tudo bem, ele roubou, ele mesmo não nega isso, e eu muito menos. O fato é que não nos cabe julgar e esquecer quem ele é.

A questão não é nem sobre ele. Para mim, ele é um rabino que de vez em quando falam na televisão. Estou falando em geral, sempre agimos condenando as pessoas que cometem erros.

Transformamos pequenos erros em gigantescos problemas cercados de graves declarações. Basta um passo em falso de qualquer um, nem precisa ser conhecido publicamente, passamos a ser contra ele e julgá-lo, até mesmo desacreditá-lo perante outrem.

A minha questão é: será que sempre que uma pessoa erra, ela merece o tratamento que a damos? Será realmente que um erro no presente anula seu passado e desacredita seu futuro?

Me preocupo com isso, porque não somos perfeitos, longe disso. Entretanto, estamos sempre atrás da perfeição, ainda mais se for nos outros.

Mesmo que uma pessoa erre (não estou falando de grandes erros como crimes hediondos e coisas assim), não devemos a ela a chance de redenção?

Ao menos dar a oportunidade da pessoa se explicar, é o mínimo que devemos a nós mesmos, que sempre erramos…

Let’s think about today

Eu gostei dessa frase.  Este é um segredo para controlar a ansiedade. Pena que não usamos muito. Se pensarmos apenas no dia de hoje e não nas milhares de coisas que temos pela frente, na vida, no mundo, talvez nossa mente se desacelere e possamos viver o dia de hoje, realmente.

Já experimentou a sensação? Aproveitar tudo que acontece no dia sem se preocupar com a próxima hora? Sempre que vou para minha cidade isso acaba acontecendo. Não é nem por querer. E é muito bom. Dá um certo desespero quando percebo que esqueci de fazer um trabalho que deveria ter mandado, ou coisa assim, mas é muito bom saber que não estou ligada 24 horas por dia no dia de amanhã. Às vezes, na próxima semana, próximo mês.

Eu sei que é difícil se equilibrar, manter a calma e o foco no que está acontecendo agora mesmo. Entretanto, não é porque o mundo é uma bagunça que nossa vida, que nós temos que ser.

Sou muito estressada. Tento sempre me manter calma. Bem, eu consigo, ao menos, parecer assim aos outros. Por dentro, estou surtando.

Recentemente, descobri um jeito de me controlar melhor. Além de manter meus pensamentos apenas no dia que estou vivendo, também tento controlar minha ansiedade. Eu sei que de nada adiantará meu estresse, a não ser para piorar as situações. Talvez a palavra certa seja aceitação de que não controlamos tudo e que por mais que planejemos os próximos dias, só eles nos dirão o que acontece.

I’m unwritten

Gosto demais dessa música.

Sabe aquelas músicas que você escuta em algum lugar e elas ficam na sua cabeça até você não aguentar mais? Pois é, essa foi uma delas. Alguns filmes têm essa música na trilha sonora e nunca conseguia descobrir quem cantava e nem o nome dela. Um dia procurei muito bem e achei. Então, fui prestar bastante atenção na letra, e pronto! Me apaixonei mais ainda pela canção.

Acredito que o fato de sermos sempre um ser em construção e que sempre podemos melhorar é um fator para eu gostar mais dela. Mas, acho que é porque minha vida ainda está indefinida que ela toca tanto em mim.

Não dá também para achar que se tornou o que deveria e deixar por isso mesmo.

Alguém disse que o dia mais importante é sempre o hoje, portanto, que meu livro comece hoje e que eu possa escrevê-lo, mesmo que para isso quebre regras e use minhas próprias palavras!