Tudo branco.

Estava esperando para ver o filme. Na verdade, queria ter lido o livro antes. Fiquei meio travada para ler Saramago desde que comecei Memorial do Convento. Comecei umas quatro vezes, sempre tendo que voltar para saber o que tinha lido antes. Ah, mas deixa isso pra depois. O fato é que não li o livro e fui ver o filme. Estou há alguns dias querendo escrever sobre ele e nunca o fazia.

Já que faltava o que escrever, lembrei do filme. Não sei como é o livro, mas pelo que conheço dos livros de Saramago, as entrelinhas do filme deixa muito a desejar. É lógico que você percebe de cara a teoria da história, mas nada muito explícito ou profundo.

O filme é muito bem feito, para mim, seria excelente se não sentisse essa falta de aprofundamento. Algumas cenas são extremamente chocantes, e acho que o filme contém a maior cena preta do cinema mundial. Nunca tinha visto nada igual, e que demorasse tanto tempo. Ao mesmo tempo que seu objetivo e cena de fundo fossem tão chocantes e dramáticos.

No fim achei tanto desnecessários quanto paradoxal. Paradoxal por contrapor pela visão branca. A superficialidade me levou a pensar milhares de siginifacados para cada elemento. Acredito que seja por meu excessivo criticismo que penso assim. Talvez essa tenha sido a idéia central, a falta de alguma coisa me faz pensar várias vezes na própria falta.

Uma das coisas a pensar é que a história desacredita o velho ditado popular. “Em terra de cegos, quem tem um olho é rei”. O personagem da Julianne Moore está mais para escrava que para qualquer outra coisa…

Pior é ver na telona e depois pensar em como nos degradaríamos tendo uma vida diferente. Perder uma coisa repentinamente e sem explicação aguça os sentidos de sobrevivência, transparecendo muitas vezes o que de pior há no ser humano. É triste, mas várias vezes  já comprovamos o fato, mesmo sem estarmos na brancura.

O assunto é longo. O melhor é para por aqui e continuar quando eu terminar de ler o livro.

Não deixa de ser um bom programa ir ao cinema para assisti-lo. Ainda mais com a presença de Gael Garcia.


Mais uma vez…voltando

Já se passou algum tempo desde que escrevi de verdade neste blog. Não é por falta de ter o que escrever. Várias vezes por dia me vejo pensando em textos para escrever aqui. Eles nunca vêm parar aqui, mas até que seriam interessantes.

Estou tentando voltar a escrever. O caso é que como quero fazer isso na vida, me vejo travada e bloqueada por querer sempre fazer o melhor texto que já li. Quase nunca isso acontece. E não é só comigo. O livro que tenho tentado terminar de ler fala sobre escrever e cita alguns autores que escrevem várias vezes o mesmo texto, até mesmo, várias vezes o mesmo livro!

O livro é Para ler como um escritor. Se não quiser ser um, não se preocupe. A autora só de citar trechos de grandes obras, e falar de vários autores e contextualizar já transforma o livro em leitura interessante para apaixonados por literatura.

Para ler como um escritor é de Francine Prose.

Aos poucos, vou escrevendo e criando uma rotina de onde só bons livros vão me tirar. Alguns filmes podem ter o mesmo efeito…

xoxo

Something new

People, quanto tempo! Até estranhei o nosso visual do wordpress. Acho que vou demorar algum tempo para descobrir o que há de novo por aqui.

Ao menos uma novidade posso contar depois de tanto tempo sem aparecer por aqui. Meu computador finalmente funciona as mil maravilhas! Minha prima querida foi abençoada e resolveu o problema! Thanks!!!

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Tem tanta coisa em minha mente para escrever que nem sei por onde começar!
Uma boa coisa para contar é que descobrir um ótimo lugar para escrever enquanto meu computador estava sem o Office. É o Helipad. Não sei se é novo, e isso não faz a mínima importância. O legal é que serve para escrever e guardar minhas preciosas e loucas histórias.

O difícil agora é terminar os contos. Começar foi fácil.Tanto que já dei início em uns três. Vou aguardar ver o que sairá.

Comecei a ler um livro, que, ao que tudo indica, irei amar. É de Francine Prose, Para ler como um escritor. Acredito no título e penso que um dia, se for da vontade de Deus, isso serei.

Agora que meu pc está de volta, feliz da vida, acredito que conseguirei driblar meu tempo e escrever coisas, no mínimo, um pouco interessantes.

xoxo

dando um tempo

O título até sugeriria que estou dando um tempo no blog por querer. Porém, como já coloquei num post anterior, meu pc está com problemas de identidade. Ele tem duas instalações de windows e elas estão brigando entre si. Como não tenho andado com muita vontade entrar em brigas, estou deixando essa de lado.

Enquanto isso, estou me libertando do vício do computador e economizando também na conta de luz. O importante é que finalmente comecei a escrever minhas histórias. Quem sabe um dia não conseguirei publicar um livro? Sonhar, por enquanto, não paga imposto e nem dói.

Então, é isso. Um post só para não ficar tanto tempo sem postar. Agora tenho que voltar ao trabalho.

xoxo

 

I’m unwritten

Gosto demais dessa música.

Sabe aquelas músicas que você escuta em algum lugar e elas ficam na sua cabeça até você não aguentar mais? Pois é, essa foi uma delas. Alguns filmes têm essa música na trilha sonora e nunca conseguia descobrir quem cantava e nem o nome dela. Um dia procurei muito bem e achei. Então, fui prestar bastante atenção na letra, e pronto! Me apaixonei mais ainda pela canção.

Acredito que o fato de sermos sempre um ser em construção e que sempre podemos melhorar é um fator para eu gostar mais dela. Mas, acho que é porque minha vida ainda está indefinida que ela toca tanto em mim.

Não dá também para achar que se tornou o que deveria e deixar por isso mesmo.

Alguém disse que o dia mais importante é sempre o hoje, portanto, que meu livro comece hoje e que eu possa escrevê-lo, mesmo que para isso quebre regras e use minhas próprias palavras!