Até que enfim

Há uns posts atrás, eu coloquei o vídeo de From this moment cantada por Cídia e Dan, o bom é que agora eu tenho o novo cd deles que tem a música. Ai, está tão bonito o cd. How deep is your love é a minha preferida, não só do álbum, mas porque já gostava dela mesmo.

Boa música. Bons intérpretes. Um ótimo cd. Quero agora ver o dvd!

Ahn, It must have been love ficou muito boa na versão deles, me lembra de meus anos de criança em que o Roxete fazia muito sucesso.  Da parte mais agitada eu destaco I say a little prayer, ela gruda na mente e você fica cantarolando um tempão depois.

Sem transpiração para escrever mais…

Escutem !!

xoxo

chanson

Um pouco de música e imagem para descontrair esse blog.

another one

Only a song to think a little bit more…

these promisses

Todo começo de ano, todos nós ficamos cheios daquelas promessas de fim de ano. Pensamos realmente que a mudança de um número fará com que mudemos. Muitas pessoas prometem incríveis mudanças de personalidades, só não percebem isso.

Mas, por quê temos tanta necessidade de mudar?  e por quê só percebemos isso quando chega a mudança de ano?

Essas são perguntas que não sei responder. Provavelmente ninguém saiba. Só fiz uma promessa de ano novo em 2008. E não tem a ver com personalidade, mas com deixar de preguiça. E a fiz de brincadeira, comigo e com uma amiga. Faz mais de ano que ela casou e ainda não conheço a casa dela. Então, prometi ir à casa dela, talvez assim eu nunca vá mesmo. Esse é o medo dela…principalmente com a promessa feita…

Bem, continuando…

Eu desisti de prometer coisas extraordinárias, como: fazer exercícios físicos, fazer dieta de verdade, estudar na faculdade, e outras coisitas mais. Para mim, não passavam de promessas vazias. Coisas que fazemos porque no momento todos estão fazendo a mesma coisa.

É aquela velha história de seguir com a maré. Fazia muito isso, mas nunca me dava muito bem.

Fazia o que meus amigos faziam, mas nunca me sentia bem e fazendo parte do universo deles. Sempre estava caminhando ao lado deles, porém, à margem de tudo que viviam. Pior, à margem do que eles acreditavam.

Comecei a me isolar e as promessas se foram, não faziam mais sentido. Sabia que não as cumpriria. Passei a dar mais valor ao que conheço de mim, e não ao que as pessoas esperam.

Afinal, não é um número que vai mudar minha personalidade e me fazer, de repente, realizar tudo aquilo que imagina perfeito para uma vida feliz.

Acredito que ao fazermos essas promessas enganamos a nós mesmos. Criamos uma ficção de que em algum momento as cumpriremos, e ainda, em alguma hora, nos adequaremos ao padrão de felicidade que estamos sempre buscando.

Perdemos a chance do momento que vivemos.

Talvez esteja errada. Sei lá. Pode ser que alguém realmente aproveitou os últimos momentos do ano passado e mudou alguma coisa em si, e cumprirá suas promessas. Talvez elas sejam o que a impulsiona a mudar. No entanto, não acredito muito nisso. Estamos sempre mudando independente do ano. Até mesmo, independente da nossa vontade.

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Resolvi filosofar um pouco, estou meio nostálgica, ou sei lá o que é isso.

Um pouco do que quis dizer e talvez não tenha sido muito clara, está no próximo vídeo. Desconsidere a imagem, a idéia está na música.